Thais Hagge assume liderança da divisão de Beleza e Bem-Estar da Unilever na América Latina
- Gabriel V.
- 6 de abr.
- 2 min de leitura
Executiva retorna ao Brasil após atuação global e passa a liderar área estratégica em um dos principais mercados da companhia

Thais Hagge, nova presidente da unidade de Beleza e Bem-Estar para a América Latina. (Foto: Divulgação)
Movimentações de liderança em grandes multinacionais costumam sinalizar mais do que mudanças internas. Em muitos casos, indicam ajustes de rota em mercados considerados estratégicos.
É nesse contexto que a Unilever anuncia o retorno de Thais Hagge ao Brasil para assumir a presidência da divisão de Beleza e Bem-Estar na América Latina, uma das frentes prioritárias para o crescimento global da companhia.
Experiência global e leitura de mercado
Após dois anos na sede global da empresa, em Londres, onde atuou como vice-presidente global de marketing das marcas Seda e TRESemmé, Thais retorna com uma visão ampliada sobre posicionamento, construção de marca e dinâmica de consumo em diferentes mercados.
Com duas décadas de trajetória na Unilever, a executiva construiu sua carreira dentro da companhia, passando por diferentes áreas e liderando marcas relevantes do portfólio, como Omo, Rexona e Hellmann’s.
Esse histórico reforça um padrão recorrente em grandes organizações: a formação de lideranças com experiência transversal e visão integrada de negócio.
Beleza e bem-estar no centro da estratégia
A divisão que passa a ser liderada por Thais ocupa um papel central na estratégia da Unilever, especialmente em mercados emergentes.
O segmento de beleza e bem-estar tem ganhado relevância global, impulsionado por mudanças no comportamento do consumidor, aumento da demanda por personalização e maior valorização de marcas com posicionamento claro.
Na América Latina, esse cenário é potencializado por um mercado em expansão, com forte conexão entre consumo, identidade e experiência de marca.
O desafio de acelerar crescimento em um mercado competitivo
À frente da operação regional, a executiva assume o desafio de acelerar o crescimento em um ambiente marcado por alta competitividade e constante transformação.
Isso envolve:
fortalecimento de marcas
adaptação a novos canais e formatos de consumo
leitura precisa de tendências locais e globais
Mais do que gestão operacional, o papel exige capacidade de traduzir diretrizes globais em estratégias aderentes à realidade latino-americana.
Liderança como vetor de transformação
A movimentação reforça uma tendência observada em grandes empresas: a valorização de lideranças capazes de conectar estratégia, execução e leitura de mercado em diferentes níveis.
Em um cenário onde posicionamento de marca e experiência do consumidor ganham protagonismo, decisões de liderança passam a ter impacto direto na capacidade de crescimento sustentável.
Um movimento que reflete a dinâmica do mercado global
A nomeação de Thais Hagge evidencia o peso da América Latina dentro da estratégia da Unilever e reforça a importância de lideranças com repertório internacional na condução de operações regionais.
Dentro do ambiente do LIDE Goiás, movimentos como esse ampliam o debate sobre formação de executivos, internacionalização de carreira e a construção de empresas mais preparadas para competir em mercados dinâmicos.



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